1 de março de 2017

Se masturbando no carro.

Se masturbando no carro.

   
 Tenho feitiche em me masturbar e outras pessoas verem.
Então certo dia estava eu cheio de tesão, morrendo de de vontade de mostrar meu penis negro grande pra alguém ver. Então parei em uma avenida próximo a faculdade no período da manhã e comecei a fazer massagem em meu penis, logo em seguida começou a passar alguns meninos indo pra faculdade era tantas bunda deliciosa que não resisti e comecei a me masturbar ali mesmo.
Tinha alguns tão  pervertidos que passava e olhava na cara dura, até que em um instante eu estava com ainda mais tesão e passou um garoto perfeito e ainda mais pervertidos que os outros e parou ao lado da janela do meu carro, na hora assustei mas ao mesmo tempo fiquei cheio de tesão com a situação, pois ele me pediu pra gozar pra ele ver pois meu pau era muito gostoso mas era pra ser rápido pois tinha perigo de passar outras pessoas ali.
Não aguentei muito tempo e dei muito leitinho pra ele ver.
Sujei meu carro todo de porra, tive que limpar antes de chegar no serviço peguei o contato dele e dias depois trancamos bastante,,, mas isso já é assunto de um próximo conto. :)

Enquanto meus pais viajavam. 

Enquanto meus pais viajavam. 



Meus pais teve que fazer um viagem de emergência, minhas irmãs resolveram ir com eles assim me deixando sozinho em casa para cuidar das coisas aqui em casa, então antes mesmo deles sair eu já estava planejando eu estava morrendo de tesão por ja ter tempo que não transava,   mas o boy que eu tinha em mente ja tinha ido viajar para comemorar o carnaval. Como não tinha ninguém baixei o bendito App Grindr, mais mesmo assim não achava nada até que finalmente achei o Marcelo 1,75 corpo em forma um pau de uns 17 a 18 cm, vamos aos fatos. Marcamos aqui em casa mesmo e ele chegou e fomos para o meu quarto chegamos no quarto e começamos a nós beijamos por alguns minutos e começamos a tirar as nossas roupas ele começou a descer beijando meu corpo e começou a mamar meus peitos ( meus pontos fracos) e foi descendo até chegar no meu pau ai ele começou a me chupar e meu chupou tão gostoso chupou minhas bolas ai que delícia, ai foi minha vez de chupar os peitos deles e ir descendo para o pau dele e chupar suas bolas e desci para aquele cuzinho a toda a minha disposição ai eu comecei a chupar e a dedar aquele cuzinho a minha disposição nossa que delícia e aquilo. Ai trocamos de posição e ele encapo o pau e foi tentar me penetrar mais como não dava a muito tempo ai como sangrou ele resolveu para e me deu a vez para comer aquele cuzinho dele votei a mamar aquele cuzinho e meter mais um dedo naquele cu para deixar preparado para meter nele nossa que cuzinho apertado e fui metendo nele de ladinho nele metendo com força fazendo ele gemer no meu pau ai mudamos para a posição de frango assado e fui metendo ante ele gozar com o meu pau naquele cuzinho apertado e quente e fui aumentandoa velocidade das estocadas e quando fui gozar tirei o meu pau daquele cuzinho e tirei a camisinha e gozei e gozei muito em cima da barriga dele e nos beijar e ele se limpou, e fui deixar ele na rua para ele ir embora. Desculpe se não ficou bom. Obrigado pela a atenção

Transei com meu amigo da escola

Transei com meu amigo da escola

Fazia muito tempo em que não via algumas pessoas da escola, acabei perdendo contato com muitos, mas houve um dia em que eu estava na balada dançando e de repente chegou um boy do meu lado e começa-mos a dançar juntos e eu o reconheci da escola, mesmo ele estando muito diferente, muito mais gato e muito mais gostoso, ele me reconheceu também. Depois de uns pegas que demos na balada resolvemos ir para um motel, e eu pude ve-lo melhor, ele era um moreno bem alto, muito musculoso e com uma bundinha bem bem redondinha, de cara ele já tirou a calça e ficou de quatro para mim, já fui abocanhando aquela bundinha e à chupei muito e enfiava meus dedos nele ouvindo seus gemidinhos de prazer e de que estava louco para levar naquele cuzinho, não o deixei esperando muito, sem nem avisar já fui enfiando minha rola nele, o boy soltou um alto gemido de prazer e me falou para meter com muita força, e foi o que eu fiz , metia com muita força e bem rápido a ponto dele não conseguir ficar mais de quatro e deitar na cama, mas não diminuir o ritmo e enquanto mais ele delirava com minha rola no seu cu mais eu ficava excitado e com mais força eu metia, quando eu estava prestes a gozar mandei ele me chupar, e foi o que ele fez, abocanhou meu pau e começou a me chupar, delirei de prazer e empurrei a cabeça dele para até a base do meu pal e gozei muito na gargantinha daquele puto e ele engoliu tudinho como se fosse leite, mas não parou por ir não, vamos deixar para outro conto....

23 de novembro de 2013

Minha primeira vez!


Minha primeira vez!

 

Tudo começou quando eu tinha uns 12 anos de idade; estava eu e com dois amigos jogando uma pelada no campinho do bairro, teve uma hora que um dos lekes chutou a bola para o meio do mato, foi eu e outro pegar a bola, chegando no meio do mato o leke colocou o pirulito pra fora e começou a urinar....

Eu fiquei olhando como ele mijava nossa fiquei tão excitado que ele percebeu através de meu short que estava duro o meu cacete, awe ele veio com a mão acariciando a minha benga e colocando a mão dele em minha bunda, só mim ajoelhei e comecei a mamar ele ele tirou minha roupa e mim colocou de quatro e meteu a vara em mim, bem antes de ele gozar, o outro lek chega já de pau duro e mete em minha boca, e eu com a mão em meu pau mim masturbado o lek que estava mim comendo mandou o outro mim comer e ele passou para a frente, ele gozou na minha boca e o outro gozou lá no fundo e eu gozei de tanto tezão que eu estava sentindo.

OBS: foi muito bom a minha primeira vez!

24 de outubro de 2013

Carona no ônibus Escolar

Carona no ônibus Escolar 


 Trabalhava em uma cidade e sempre voltava para a outra na qual eu morava em um ônibus escolar. certa vez entrei e sentei em uma cadeira mas na frente entrou um estudante e sentou do meu lado, deixa que agente sempre trocava umas olhadas. quando agente começou a pegar a estrada ele começou a pisar no meu pé eu achei aquilo estranho kkkkkkkkkkkk, mas depois as pisadas começaram a aumentar e eu respondi também com pisadas ele por baixo da mochila que segurava no colo começou a pegar no meu pau que estava duro e eu tb no dele, estavamos exitados e loucos de tesão, se não fosse ninguem naquele onibus, teria rolado uma aventura, só que ali não tinha como rolar nada eu pegue um papel coloquei o nº do meu fone pra ele ligar, desci e ele foi em direção a faculdade, com alguns minutos depois ele me ligou deixa que estava com um pessoal e eu ria muitos com as conversas ele me ligou eu atendi e ele perguntou porque estava rindo, eu disse que era pq estava com um pessoal ele desligou o celular e não me ligou mais, ele desapareceu, esses dias fui a uma novena quando chego na la uem estava celebrando era ele. kkkkkkkkkkkk

SEXO NO BANHEIRO PUBLICO

SEXO NO BANHEIRO PUBLICO
 

 - Ontem a noite fui no Terminal busca um Remédio que minha mãe tinha esquecido na Farmácia , fui peguei o Remédio e fui no Banheiro ai o cobrador fico me olhando querendo alguma coisa, mais só que o Banheiro estava assim meio cheio ai ele fui pra outro Banheiro e eu fui atras, "Atenção la no terminal tem 4 banheiros".
-Ai eu e o Cobrador entramos no Banheiro mais também estava cheio, ai eu e ele fomos para o outro Banheiro que eu e ele estava, mais também estava cheio aff.
Ai deu a hora dele ir, e ele foi logico....

Ai quando eu penso que não tinha outro homem que também estava afim de alguma coisa ele me chamou para ir no Banheiro que tem pouco movimento de pessoas ele foi na frente e eu fui atras, entramos no Banheiro ai ele começo a bate punheta la no Banheiro e me chamou para entra em um dos vasos sanitários la no final pq o ultimo tinha mais espaço e ninguém ia percber ai ele tiro o pênis dele que tinha uns 17, 18 cm um pouco grosso para fora...Ai eu estava com medo pq eu nunca tinha transado com um desconhecido num terminal e no banheiro publico com risco de alguém percebe e chama a Policia, ai eu comecei a chupa aquela pica, lambe, morde e tudo mais, ele também chupo meu pau ai alguém tento abrir a porta, eu me assustei e ele seguro e falou " Que não era nada não"...Ai ele me colocou de quatro e começou a enfia devagarinho, ai eu comecei a senti uma dor, e comei e gemer bem baixinho para ninguém ouvir, ai ele gozo no meu cú e ainda bem que ele enfio só a metade, ai tiro e falou um negocio no meu ouvido que eu não entendi direito mais eu entendi só o final "Espera ai que eu vou sair", ta bom ele saio.
Ai entro outro cara e sorriu pra mim com Cara de safado e eu pensei comigo mesmo "Eu to perecendo uma puta", ai eu sorri também mais eu falei que já estava na hora de eu ir embora, ele tentou me seduzir para mim ficar e eu falei que eu tinha que ir embora, ai eu fui na pia pra tira o cheiro de goza da minha boca e veio um gay que mora no mesmo bairro que eu e veio por trás de mim e esfrego aquela pika na minha Bunda e falou "Vc sabe que eu que comecei com isso tudo né", ai eu sorri e sai do Banheiro e fui na Padaria para compra um Milk shake e tomei...E fiquei lembrando disso, to lembrando até agora kkkkk

  FIM!!!!!!

22 de outubro de 2013

-- Minha Primeira Vez Com Meu Amigo --

-- Minha Primeira Vez Com Meu Amigo --



 Meu amigo, que aqui chamarei de Willian, tinha aproximadamente uns dois anos à mais que eu, estatura mediana, fortinho, cabelo castanho e ondulado, pernas torneadas por causa do futebol e branco. Estávamos sempre junto, éramos da mesma galera e frequentávamos o SESC para mexer no computador e praticar esportes. Passávamos o dia todo juntos, todo mundo.
Quando minha mãe colocou internet em casa, chamei-o para fazer uma visita, ele já mexia de alguma forma comigo. Isso ocorreu durante a Copa do Mundo de 2006 na Alemanha, meu irmão havia ido trabalhar e estávamos sós a assistir o jogo do Brasil contra um país que não me recordo, mas eu queria ver desenho, afinal tinha 11/12 anos. Nisso, ficamos naquela típica luta pelo controle e até mesmo apertando o ...
botão do próprio aparelho, depois de certa relutância minha ele decide fazer um trato:
- Eu deixo tu ver esse desenho, se sentar no meu colo.
Eu como já sentia algo por ele, aceitei na hora. Sentei e fiquei assistindo meu desenho enquanto ele passava a mão em minha barriga e acariciava minhas costas com sua face me causando arrepios. Nesse momento, eu já sentia seu pênis grosso, roliço e duro encostando em minhas nádegas, logo percebi que minha virgindade acabava ali. Em seguida, ele tirou meu shorts e começou a beijar meu pescoço com aquela língua quente e úmida já me fazendo sentar em seu pau. Por incrível que pareça, não lembro de sentir dor nesse momento. Creio que o prazer era tão grande por estar perdendo a virgindade com alguém de quem gostava, segurando aquelas coxas musculosas e peludas enquanto ele bombava forte em meu cu que a dor da primeira penetração foi anestesiada.
Á cada bombada, eu sentia aquele corpo quente e desejava ficar ali para sempre. Mas, logo senti aquele jato de porra dentro de mim e me levantei rápido e fui ao banheiro me limpar e ele me seguindo, com as calças arriadas se desculpando. Mal sabia ele que eu deveria agradecê-lo por me proporcionar tanto prazer.

Fizemos isso muitas vezes depois do ocorrido aqui, e até hoje, de vez em quando nos encontramos, mesmo ele sendo casado e com um filho.

Jogando Vôlei Pelados

Jogando Vôlei Pelados

 
 


O grupo resolveu ir para o sítio de Armando em uma cidade do inteiror.
Havia uma quadra de vôlei ao ar livre bem legal perto da casa e naquele final de semana estariam apenas eles, um grupo de doze amigos.
O dia estava quente e então Armando sugeriu: "Vamos fazer algo diferente? Vamos jogar vôlei sem roupa por causa do calor? Tudo é farra mesmo..."
Um olhou para a cara do outro e todos concordaram, lá estavam doze homens pelados iniciando uma partida de vôlei ao ar livre.
Mas Diego então lançou o desafio: "Ta certo, mas vamos fazer o seguinte, o time que perder vai pagar uma chupeta gostosa pro time vencedor...".
"Fechado!" – todos concordaram.
Dividiram os times, mais ou menos equilibrados em tamanho e em força física.
Era interessante ver as bundas peludas e lisinhas pela frente e ocasionalmente um cuzinho de relance quando algum deles abaixava mais para fazer uma defesa, uma manchete. Também ver os pintos balançando de um lado para outro quando alguém efetuava um ataque, uma cortada ou um bloqueio. Vez por outra alguém ficava de pau duro só para brincar e provocar...
Dois sets contra dois e no tie-break o time do anfitrião Armando venceu a partida.
Todos comemoraram e logo ali mesmo os seis vencedores deitaram-se no gramado ao lado e os seis perdedores começaram a masturbar e chupar os vencedores.
Os paus ficaram todos duros e começaram a gemer de tesão.
O levantador do time vencedor indagou: "Mas eu também quero chupar!"
Armando retrucou: "Deixa pra fazer isso depois, aposta é aposta e agora eles vão fazer a gente gozar..."
Logo eles começaram a gozar, cada um gozava vendo a porra saltar do pau do companheiro, o leite grosso e quente de macho saindo daqueles corpos suados e tesudos.
Diego estava chupando o pau de Armando e quando começou a gozar, ele que também batia punheta enquanto o chupava, gozou junto com ele jorrando sua porra no pau de Armando deixando-o todo melado pelo prazer.
Depois todos foram tomar banho, tomar um lanche e ainda passar aquele restante de tarde e noite trepando e gozando como nunca haviam feito antes.

21 de outubro de 2013

Casado na sauna em v.r

Casado na sauna em v.r
 


Este conto é totalmente verídico e se o cara que participou comigo for leitor de conto erótico saberá quem eu sou, e se quiser repetir e claro comer uma bundinha é só me mandar um E-mail.
Era quarta feira havia pouco movimento na sauna, só eu e mais uns três caras, entre eles um cara claro, mais ou menos 1.70 de altura, mas dono de uma pica bonita grande e grossa, eu era doido para dar pro cara, mas devido ser casado e freqüentar a sauna muitos colegas meu, eu tinha que manter certa discrição, mas aquele dia estava propicio para mim: pouca gente, nenhum conhecido e não havia nenhum concorrente, o que era comum quando este cara estava na sauna, estava eu sentado assistindo televisão na sala de repouso quando ele vem e fica em pé na porta bolinando o cacete, quando vi aquilo não agüentei, pois meu cassete duro já mostrava que eu estava gostando de ver, levantei coloquei a toalha no ombro e dirigi-me para a sauna seca, claro que passando por ele quase se encostando ao seu pau, A sauna seca não era muito grande mais havia um lugar perto da porta que apelidaram de: o cantinho do boquete, pois quem estivesse sentado e inclinado para frente colocaria a boca no pau de quem saísse ou entrasse desde que a pessoa não estivesse enrolada na toalha. e foi ali que eu sentei, me inclinei para frente e aguardei, não demorou muito escutei a ducha fechar e logo após ele entrou claro segurando a toalha raspando o pinto na minha cara, como eu não afastei o rosto ele ficou em pé perto da porta chegou o cacete até encostar na minha boca, abri os lábios e ele foi empurrando de vagarinho e fui chupando, como era gostoso, não cabia nem a metade na minha boca mas eu procurava chupar o Maximo, quando ouvimos barulho de que vinha alguém,tive que interromper, foi quando passou um cara em direção a sauna vapor e ele disse: não tem problema ele também gosta,já chupou-me uma vez. Na hora não gostei, pois do mesmo jeito que ele falou do cara ele poderia falar de mim e queimaria o meu filme,tomei uma ducha e fui para sauna á vapor o cara que estava lá não demorou e saiu ficando somente eu, novamente o cara do cassete lindo entrou e pediu que eu chupasse novamente, como eu estava receoso ele pediu que eu batesse uma punheta para ele, o que fiz com maior prazer foi quando ele gozou no meu peito,nunca tinha visto tanta porra daquele jeito ele agradeceu-me e saiu eu me lambuzei todinho passando a mão no peito e no rosto sentindo o gosto e cheiro daquele macho, depois tomei uma ducha antes que alguém entrasse e notasse o aroma do sexos. Não foi dessa vez que senti aquele pau no meu rabo, pena que a sauna fechou, agora que abriu uma outra espero encontrar um dia, embora eu ache difícil pois ela abre só depois das 17:00 sendo que ele freqüentava mais cedo.

Meu Primo e um viadinhu.!!

Meu Primo e um viadinhu.!!


 
Sempre tive tesão por comer viadinhos afeminados, e nunca escondi isso de um primo meu o Marcio tambem curtia uma bundinha, eu sou loiro 1,65m 67kg cabelos compridos. e corpo de ciclista, ele moreno 1,80m 90kg fortão.
Eu estava de boa em casa quando ele passou de bike e me disse que se fossemos a seu sitio, ele tinha arrumado um viadinhu para gente comer.
Fiquei louco de tesão, como estava calor coloquei um short curto camiseta regata e tenis sem meias p/ ficar mais facil de tirar lógico., peguei minha bike e ja fui com ele, no caminho pegamos umas latinhas de cerveja e seguimaos falando besteiras, sempre que eu perguntava do viadinhu ele dizeia que eu ia gostar só.
Chegamos no sitio abrimos toda a casa e começamos a tomar umas cervejinhas, eu sentado no sofá e ele meio que nervoso ia e vinha da cozinha sempre desconversando quando eu perguntava do viadinhu.
Do nada ele me disse.
-Olha ele vem vindo!!
Me levantei rapidamente e fui até a janela, quando me debrucei para tentar ver, senti meu primo me agarrar por traz ja de pau duro.
Sem entender nada tentei escapar, mas a ficha caiu eu não via ninguem no pasto, naquele dia o viadinhu seria eu, tremi, chinguei ele disse que não queria, ai ele me disse no ouvido ainda me segurando bem forte.
-Eu sempre tive tesão em comer sua irmã mas ela não me da bola e suas pernas são tão lindas como as dela, e você vai ser minha femea no lugar dela.
Nisso me jogou de no sofa, vindo por cima de mim ja tirando meu short, tentei escapar mas ele é maior e mais forte que eu, me segurou firme, mostrando sua vara que era grande e estava durissima, esta altura eu ja estava tremendo de tesão, me sentia indefeso com a situação e resolvi aceitar, peguei no pau dele e comecei a bater uma punhetinha de leve.
Ai ele se ajeitou melhor e acabou de tirar minha roupa me deixando peladinho, chupou meu pescoço e pos um dedo na minha bunda, nisso meu pau ficou duro e ele com ar de superioridade disse.
-já ta gostando né minha femea.!
Fiquei sem jeito vermelho e não sabia o que fazer, ai ele me fez chupar sua vara, me chamando de Renata nome da minha irmã, quando sua vara estava bem molhadinha ele se levantou, pegou um gel e veio em cima de mim me pondo de 4 no sofá, pos o gel em sua vara.
Quando ele pos a cabecinha na entrada da minha bundinha entrei em transe fiquei tonto e ja comecei a gosar só de imaginar que seria penetrado, quando me dei por mim ele já estava com a tora inteira dentro do meu CÚ, ele disse que eu fiquei mole quando ele meteu, e estava esperando eu voltar em si, para me comer de acordo, e assim o fez assim que eu falei que não queria mais ele começou o vai e vem cada vez mais rápido, sentia seu saco bater no meu, eu gosava como louco com aquela tora em mim, e ele me chamando de Renata, Renatinha, gostosinha e acabou esplodindo em um goso louco nas minhas costas, nunca imiaginei que poderia gosar tanto sendo a femea da relação, depois de gosar ele me deu um beijo na nuca e pos sua pika de novo no meu CÚ, ficou assim agarradinhu em mim até amolecer.
Depois me fez umas juras de amor que não entendi até hoje, depois tomamos um banho e fomos para cidade e repetimos esse pega no sito mais umas veses, só que agora vou consiente do que vai acontecer, qual será meu papel na cama.!!EU JA SEI.


 
Foto 1 do Conto erotico: Meu Primo e um viadinhu.!!

adoro chupar meu primo

adoro chupar meu primo
 


 
isso começou quando agente tinha uns dez anos, meu primo sempre teve um pau lindo e grande desde cedo, eu tinha um pau ainda se desenvolvendo, mas eu viajava naquele pau de meu primo, um dia estavamos sozinhos na casa de vovo ele derepente me mostrou o pau dele eu nao resiti fui logo pegar aquela coisa linda, quando completamos un s 18 anos ai que começou a sacanagem o pau do meu primo estva muito maior e o meu tambem, o dele tem 22 cm e o meu tem 17cm, nossa eu chupava ele direto nao resitia aquele pauzao lindo, depois com muito jeito ele começou e me comer meu cuzinho, nossa eu tremia na base com aquela rola no meu cu e o safadfo mete ainda hoje bem gostoso, egente trepeva escondido. quando completamos os trinta ainda trepamos uma vez na minha casa eu ja tava casado mas dessa vez trocamos os cuzinhos, eu adoro chupa-lo e comer o cuzinho dele mas o que eu mais gosto e de sentir seu pau na minha boca e no meu cuzinho. quem nos ve nao imagina nunca todos dois casados e safados somos bi. ele me falou uma coisa uma vez: "eu adoro comer seu cuzinho foi o cu mais gostoso que ja comi"

DEFLORANDO O FILHO do MEU VIZINHO...

 
DEFLORANDO O FILHO do MEU VIZINHO...
 
 


Bem,tudo começou numa festinha na casa do vizinho,na beira da piscina,musica e cervejinha.Um dos filhos do meu vizinho veio puxou papo normalmente,ja tinhamos amizade de alguns anos,o nome dele e Fabricio tinha 16 anos,bonito mas,sempre achei ele muito delicado.Eu estava deitado numa espreguissadeira de sunga e ele sentado num banco do meu lado,a gente papiando,falando uma sacanagens e derrepente percebi que o garotinho nâo tirava o olho do meu cacete,ai pra sacanear eu passava a mâo toda hora ate que fiquei de pau duro e ele olhava,entâo segurei na rola,por fora da sunga,claro e perguntei em tom de brincadeira se ele estava gostando e ele comentou que pelo volume deve ser um cacetâo que a minha namorada estava bem servida,ai eu disse que era uma pena ela estar viajando que esta louco para servi-la e ele olhava admirado para o meu volume que pulava quase fora da sunga,perguntei se ele nunca tinha visto a rola de um outro homem,ele falou que so viu de garotos na escola do irmâo tudo pequeno,ai mandei,que ver a rola de um macho de verdade,ele gaguejou mas disse que tava afim.Com o pretexto de buscamos uns cds fomos ate a minha casa,chegando la ele disse"Ricardo baixa logo essa sunga e deixa eu pegar logo nesse cacete,porra!Obedeci, botei a jeba pra fora e ele alisou ,apertou e eu falei que se quizer pode chupar,no que ele caiu de boca,mamou como um bezerrinho famito,que delicia!Ai eu disse pra ele"vc gosta e de um macho,viadinho"Ele "agora tenho certeza"Eu disse que ele ia fazer a vez da minha mina que ia mete no seu cuzinho e ele falou"mete mas,bem devagar que eu nunca dei para um homem"ai fomos para meu quarto peguei um gel passei no seu cuzinho lindo meti um dedo e ele gemia meti dois,bulinei bastante.lubrifiquei a rola,foi sem camisinha mesmotava louco pra inundar de porra aquele rabinho novinho,ai eu encostei a cabeça no cu dele,por eu ter uma rola bem grossa,tava dificil a penetraçâo ai tive de forçar a entrada,qdo a cabeça violou aquele anelzinho ele deu um gritinho e pediu meter tudo logo,que ele sempre sonhou em sofrer ao ser arrombado por um macho de verdade,pra que que ele pediu,meti tudo de uma vez,ele gemia e pedia mais...ai eu bombei cavalarmente naquela bundinha lizinha e gostosa,entÂo chegou a hora de gozar,e ele falava goza no rabo do seu viadinho,ai explodi,o pau chega latejava de tesâo...tirei e olhei aquele cuzinho dilatado escorrendo um filete de esperma,e mandei ele limpar meu caralho com a boca,o q ele fez com muita satisfaçâo.Pegamos uns cds e voltamos para o churrasquinho,Fabricio se recolheu mais cedo com dores nos quadris e no cuzinho.Metemos muitas outras vezes ele virou uma putinha.

15 de abril de 2013

Meu pai mim viu batendo punheta awe eu comi ele

Meu pai mim viu batendo punheta awe eu comi ele 

 

 
Bom, vou ser rápido nas descrições e vou direto ao conto.
Tenho 21 anos e meu pai 36. Ele engravidou minha mãe muito cedo (tinha 15 e ela 12).
Quando eu tinha 17 anos eles se separaram, uma separação amigável e eu resolvi ficar com meu pai.
Meu
pai é lindo: branco, mas com marca de praia, bem sarado, barriga
definida, 1,85m, olhos verdes e um volume na calça de deixar qualquer um
louco.
Eu puxei a minha mãe que parece uma índia: sou moreno bem
claro, cabelo cortado moicano, bem preto e liso e olhos verdes. Sou rato
de academia, sou bem bonito.
Como eu e meu pai moramos sozinhos não
temos restrições um para o outro: andamos pelados pela casa e sempre
fui muito avantajado desde adolescente, hoje tenho 22 cm de pau, é muito
grosso e cheio de veias.
Um certo dia meu pai ia trabalhar e falou que não chegaria cedo, mas como estava esperando uma encomenda disse:
- Artur, não sai antes de eu voltar.
Eu concordei com a cabeça e ele saiu.
Pensei:
"Se eu não posso sair, o povo vem até mim". Liguei para muitas pessoas
que deram todas pra trás. Desanimei e fui para o quarto eram umas 12:30 e
dormi.
Acordei às 19:00 e não tinha saco para ir para a faculdade (faço medicina). Fiquei em casa e resolvi tomar um banho.
Antes
levei meu tablet pro banheiro e coloquei num filme porno para tocar
uma. Sentei no vaso e comecei. Foi durante esse tempo que meu pai chegou
em casa, mas eu não ouvi a porta bater e não me apercebi. Ele tinha o
costume de tirar a roupa para ir logo ao banho. Ele veio ao banheiro. Eu
tinha deixado a porta encostada porque só estava eu em casa. Ele abriu a
porta lentamente e me viu punhetando com raiva. Eu não o vi logo e ele
ficou me olhando por muito tempo. Foi então que percebi que ele estava
ali, mas nem liguei, fingi que não percebi, mas vi que ele me olhava de
um jeito diferente, com desejo. Foi quando eu falei:
- Ó Roberto - falo assim quando brinco com ele. - Tá fazendo o quê aí na porta?
Ele respondeu:
- Artur, tava olhando você e tou vendo que você tá com dificuldade aí.
- Tou não. As minas gostam disso de eu demorar pra gozar, dá mais prazer...
Ele olhou fixo pro meu pau que pulsava e falou assim:
- Deixa o papai te ajudar.
Saquei logo o que ele queria.
- Como? Você não pode fazer nada por mim.
- Posso sim, quer ver?
- Mostra aí, pô!
Ele veio até mim, abaixou e começou a me chupar como se fosse um pirulito.
Ele não conseguia engolir muito porque sou muito avantajado, mas ia fundo quanto podia. Depois tirou meu pau da boca e falou:
- Que piroca doce, filho, que orgulho do papai!
E voltou a chupar. Foi ótimo ver aquele bombado
chupando meu pau , ainda mais sendo ele meu pai.
Aí eu gozei fartamente na boca dele e ele engoliu toda a minha porra.
Ele se levantou e ia saindo do banheiro?
- Vai aonde? - eu perguntei.
- Pro meu quarto.
- Não mesmo! ainda não te comi.
Mandei
ele ficar de quatro e ele me obedeceu. Vendo aquele cu rosadinho, lambi
e fui enfiando a língua. Ele uivava de prazer. Chupei aquele cu como se
fosse uma bala. Depois botei ele pra me chupar e deixar meu pau bem
lubrificado com saliva, depois ele ficou de novo de quatro, cuspi no seu
cu, enfiei a cabeça e esperei. Ele gritava de dor, dizia que eu tava
rasgando ele com meu pau grosso e enorme. Esperei mais um pouco e depois
fui num vaivém devagarzinho. Depois comecei a bombar forte e ele
gritando:
- Vai garotão do papai!
E eu ouvindo aquilo me animava mais e dava mais rola pra ele e comia ele sem pena.
Depois tirei o pau do cu dele e coloquei ele pra chupar de novo e de novo gozei na boca dele.
Depois disso ainda bati uma pra ele e ele gozou toda minha barriga. Mandei ele limpar e ele fez isso.
Hoje
como meu pai quando quero. às vezes também chupo o pau dele e ele goza
na minha boca, inclusive já me comeu algumas vezes, mas isso eu conto
depois. Até à próxima!

Férias

Férias
 

 
 
A história que vou contar aconteceu há uns dois anos, quando conheci o Felipe. Estava eu de férias na casa de praia de um grande amigo em comum. Infelizmente a tia desse nosso amigo veio a falecer no dia anterior a nossa ida e ele não pôde mais passar as férias comigo, pois teve de acompanhar sua mãe ao interior de São Paulo para se juntar à família. Jorge, por sua vez, insistiu muito para que eu ficasse no apê de sua família em Cabo Frio e aproveitasse bem as minhas férias.





Um dia depois de me instalar, liguei para Jorge para saber como eles estavam. A coisa por lá andava obviamente muito triste e eles ficariam o restante do mês. Com essa confusão toda, Jorge havia se esquecido de que convidara de última hora o Felipe para passar as férias conosco, que deveria chegar naquele dia ainda. Felipe foi vizinho do Jorge por muitos anos e eles mantinham contato ainda.
A família de Jorge tinha estofa e mantinha um apartamento, embora pequeno, no litoral de uma famosa praia de Cabo Frio. À noite, o porteiro interfonou avisando que o Felipe estava subindo. Nos apresentamos, expliquei a situação do Jorge e tal. O cara se instalou. Eu já tinha preparado a comida, então jantamos os dois

Felipe era um cara de 29 anos, branco, jeito largadão, 1,80, magro, com poucas definições de músculos. Eu tinha 35, moreno claro, 1,77, magro fazendo academia. Vou ser sincero para dizer que nos primeiros dias não curti muito o Felipe não, pois o cara era meio relaxado e deixava as coisas espalhadas, o banheiro molhadão, toalha embolada.
O apartamento, que ficava no segundo andar, era pequeno e aconchegante: uma sala ampla, dois quartos, um banheiro e uma cozinha com uma pequena área de serviço. O primeiro quarto tinha uma cama de casal e o outro era cheio de colchonetes. Como eu cheguei primeiro...
Cada um ficou com um quarto e depois de uns dias comecei a dar umas indiretas sobre a arrumação e a preparação da comida. Ele – não sei se de forma irônica – me disse que eu tava parecendo a mãe dele. Fiquei puto! Felipe disse que não sabia cozinhar, mas se comprometeu a ajudar na arrumação. Fizemos um acordo. Eu na cozinha e ele no restante do apê.
Estávamos num mês fora de estação e a praia e a cidade estavam bem desertas. Na sexta-feira, acordei bem cedo, fiz o café e fui à praia. Felipe continuou dormindo. Lá pelas 10 horas voltei pra casa. Chequei, abri a porta procurando não fazer barulho e entrei. A cortina ainda estava cerrada e a sala escura. Como tinha acabado de vir da luz, não deu pra ver se o Felipe estava ou na sala ou em seu quarto que também estava escuro, mas com a porta aberta. Fui direto ao banheiro tomar banho. Quando apareço na porta, dou de cara com Felipe sentado no vaso, peladão, tocando punheta. Ele se assustou, se levantou e fechou a porta, enquanto eu me afastava e dizia bem alto. “Foi mal!”
Uns cinco minutos depois ele saiu do banheiro sem me olhar ou falar comigo. Eu estava na área de serviço dando um jeito nas minhas cuecas e sungas usadas. Também não falei nada e tomei meu banho. Felipe tinha um piroca grande e grossa. Devia ter uns 17 ou 18 cm. Era daquele tipo de piru que é grande na base e mais fino na ponta. Delícia. Mantinha os pelos aparados. Enquanto tomava meu banho, ele comeu, arrumou a mesa e depois ouvi ele saindo, batendo a porta.
Mais tarde eu saí e quando voltei, por volta das 19 horas, ele estava lá, comendo e assistindo TV. Jantei. Passei a perceber que Felipe não estava à vontade com minha presença. Resolvi quebrar o clima. “Cara, fica na boa e tranqüilo comigo com relação ao que aconteceu hoje cedo. Eu também toco punheta. E adoro” Ele me olhou sério e ia se levantar.
Eu o segurei pelo braço e disse “Cara, vamos conversar sério! Nós não nos conhecemos direito, não está um clima legal aqui e vamos tentar melhorar isso. Do contrário vou voltar pro Rio amanhã mesmo” Ele tentou me dissuadir. Eu complementei: “Cara, você é bagunceiro mesmo, não é de muito papo, fica aí só na tua. Por que a gente não faz um programa juntos, vamos conhecer melhor Cabo Frio. Topa?” Ele disse que sim. Completei: “A gente é engraçado pra caralho, já está difícil fuder no Rio, ainda mais se vc estiver sozinho, vem para um lugar fora de estação e acho que não vamos arrumar uma foda boa fácil aqui não. Já deu uma olhada por aí?” Felipe deu uma boa risada e concordou comigo. “E se a gente arrumar uma foda? Vamos ter que combinar como vamos dividir esse apê” Falei rindo e concluí: “A punheta não tem nada a ver, já falei, isso é super normal. Fiquei aqui um dia sozinho, fiquei peladão o dia todo e depois toquei uma bem gostosa”. Passamos a conversar sobre nossas vidas e depois fomos dormir.
No dia seguinte, a minha conversa com ele surgiu efeito e passamos um dia ótimo. Fizemos um roteiro de lugares litorais que queríamos conhecer. De manhã, partimos e só voltamos no final da tarde. Já tínhamos planos para os dias da próxima semana.
Felipe demonstrou ser uma boa pessoa, divertido. Assim passaram duas semanas de intensos passeios e uma amizade crescendo entre nós. Aos poucos íamos nos soltando, ele, por exemplo, uma vez trocou de roupa na minha frente sem cerimônia. No início da noite de um domingo, ele decidiu me acompanhar para comer fora e, enquanto eu fazia minha barba, estando eu apenas enrolado numa toalha, ele entrou no banheiro, botou a toalha no Box, resmungou que havia esquecido algo, foi ao quarto dele e de lá já veio pelado e entrou no Box. Conversava comigo naturalmente. Eu fiquei nervoso, com medo de ficar de pau duro e marcar a toalha. Resisti, no entanto olhei rapidamente para a bunda e pica murcha dele. Delícias!
Eu comecei a olhar o Felipe com outros olhos, embora eu o respeitasse e não tentaria nada com ele. Lembro-me de que certa noite, acordei no meio da noite com sede e quando voltei para o meu quarto dei uma olhada em seu quarto. Ele dormia só de cuequinha branca. Tinha uma bunda bonita, um par de coxas gostosinhas.
Naquela semana, não me lembro mais o dia certo, fomos à praia na parte da tarde e por lá ficamos até a noite. Tínhamos andado bastante pela orla e chegado a um trecho da praia bem deserto e escuro. Decidimos voltar pra casa, mas antes falei com ele que eu ficaria mais um pouco. Ele curioso, queria saber o que eu faria ali naquele lugar e naquelas condições. Respondi que realizaria um sonho e ele poderia me esperar mais à frente ou ir embora.
Felipe começou a rir e perguntar se eu estava com dor de barriga e iria “cagar” ali. Eu apenas ri. Ele insistiu. Respondi que nadaria pelado no mar e que se me desse tesão tocaria uma ali mesmo. Ele olhou em volta e realmente não havia sinal de ninguém por perto, nenhuma luz. Felipe foi o primeiro a tirar a sunga e correu pro mar. Tirei a minha e fiz o mesmo. Caralho! Que delícia é entrar no mar pelado! Uma sensação de liberdade total. A água estava numa temperatura até agradável, mas fora dela estava um leve frio. Ficamos alguns minutos naquela magia e brincadeira de crianças sapecas, que já sabem o que é sexo. Fui pra areia já com o pau meio bomba, me afastei um pouco de onde o Felipe estava e comecei a tocar uma punheta. Entrei no mar e gozei litros de porra tendo as ondas nas minhas coxas. Me joguei na água e de longe percebi que Felipe não só me observava como tocava punheta também. Percebi quando ele estava gozando. Vestimos nossas sungas e demos uma corridinha pra esquentar, depois andamos normalmente. Nos demos conta de que estávamos bem longe de casa, pegamos a estrada.
Já em casa, nos preparando para dormir, ele falou sobre o quanto havia gostado dessa aventura de entrar pelado no mar. Eu aproveitei e falei da sensação de liberdade que a situação havia me proporcionado e comecei a emendar no assunto sexo. Falei de umas aventuras excitantes de se masturbar em locais públicos. Ele me contou algumas aventuras da adolescência dele. Eu fui falando abertamente das aventuras que tive com outros caras, como se ele soubesse que eu era gay.
Antes de eu ir dormir, ele me disse que não sabia que eu curtia “essas paradas”. Respondi que não tinha problemas e que eu era bem resolvido sexualmente falando. Ele riu. Não perdi a oportunidade e perguntei: “Tá rindo de quê? Você não é bem resolvido?” Ele riu mais alto ainda. “Cara, eu já fiz “meinha” como todo adolescente e, depois, na faculdade, fiquei uns meses no alojamento e acabei, junto com uns amigos da turma, comendo um viadinho lá. Cachaça, meu amigo! Acho que comemos o leke umas duas ou três vezes” Disse Felipe. “Se arrependeu?” Indaguei. Ele respondeu. “Não. Meti muito e gozei pra caralho naquele dia. Já comi o cu de duas minas aí” Dormimos e no dia seguinte não falamos sobre o assunto.
O dia amanheceu com chuva, acordei, dei uma conferida e Felipe ainda estava dormindo, voltei e fiquei na cama deitado. Minutos depois ouvir barulho vindo do quarto dele, me levantei e fui até a porta. Ele apenas disse “Porra, que tempinho ruim” e se encaminhou para o banheiro. Percebi que seu pau estava duro dentro da cueca. “Tesão de mijo, hein? vai ser difícil mijar assim, já viu no Face uma postagem com várias posições sobre como devemos tentar?!” Ele riu, entrou no banheiro, encostou a porta. Eu fui até a cozinha e fiquei tomando conta da saída dele do banheiro. Voltou de pau meio bomba e marcava na cueca. “Vai ficar me secando?” Ele perguntou? Foi minha vez de rir e declarar que eu estava na seca! Me dei conta do que eu havia dito e me desculpei com Felipe pela brincadeira, pois eu o respeitava. Ele me disse que estava tudo bem, sem neuras.
Pegamos nossos laptops, ele veio para o meu quarto e fomos navegar. Dei uma rápida olhada na net, fui fazer o café e tomar banho. Tomamos café e voltei para a net. Felipe agora estava na cama. Sentei do lado dele e comecei a navegar e nem prestei atenção no que ele estava vendo. Quando olhei de relance, ele tava vendo um filme pornô. “Safadão!”





Ele riu e abriu a tela por completo. Dois caras comiam uma dona. “Hum, triozão, adoro!” Eu disse. “Eu nunca fiz” ele respondeu. “Que isso, cara?! Hum adoro fuder a três, a quatro, de quatro e suruba!” completei. “Safadão é você!” e eu confirmei: “Sou mesmo!” Voltei para a cozinha e realmente fiquei na dúvida se deveria ou não atacar. Resolvi tomar um banho, frio para afastar esses pensamentos. Depois fui abrir as cortinas e janelas, dar um jeito nas roupas, ver o almoço. Fui notando que o Felipe, tomou banho, café e depois varreu a casa. O tempo continuava feio e a chuva diminuíra um pouco. Depois do almoço e de lavar a louça, disse para o Felipe que tentaria dormir um pouco, já que o tempinho pedia isso. Ele ficou na sala assistindo à TV. Fechei bem a janela e puxei a cortina, deixando apenas uma nesga de claridade para não deixar o quarto totalmente escuro. Tinha planos!
Deixei a porta entreaberta, deitei-me completamente pelado, de bunda pra cima, apenas um lençolzinho nas pernas, dando aquela ideia de que havia “descido” um pouco e punha minha bunda à mostra. Quando ele passasse teria aquela visão. Lembro-me de que em alguns momentos eu cochilei rapidamente, pois estava tão gostosa a cama. Ouço barulho na sala. Abri mais minha perna e o lençol desceu mais um pouco, virei minha cabeça para o lado da porta e deixei meus olhos quase fechados. Ouvi a porta sendo empurrada. Felipe ficou me olhando, a mão esquerda na maçaneta e com a direita começou a aperta a piroca sobre o short, depois a enfiou dentro e botou a pica pra fora. Ele se afastou e foi ao quarto dele.

Fiquei um bom tempo naquela posição e cochilei novamente. Acordei e dei um pulo da cama, saí do quarto, pelado mesmo, passo pela porta do quarto e ele está deitado, acho que dormindo. Tomei um banho, voltei pro meu quarto, nesse momento Felipe está acordado, brindo a cortina e a janela. Se vira e me vê passando, nu e me enxugando.
O tempo melhora um pouco, dou uma saída e volto mais tarde. À noite, por ter dormido à tarde, ficamos sem sono. Procuramos alguma coisa na Tv, mas só tinha merda. Por volta da meia-noite fui me deitar e Felipe passou em seguida. Não consegui dormi. Olhei para o relógio e era quase uma hora da manhã. Me levantei, fui até a janela, puxei um pouco a cortina e olhei para a rua deserta. Não tava rolando nada. Um silêncio.
Tirei minha roupa e comecei uma punheta, tava precisando. Saio do meu quarto e vou até a cozinha, passo uma água na cabeça do meu pau e vou até a sala. Que delícia é andar peladão em casa sabendo que tem outra pessoa na casa. Ouço barulho vindo do quarto de Felipe. Gelei. Sentei no sofá e fiquei quieto. Ele foi ao banheiro. Ouço som de uma mijada. Sinto que ele volta para olhar no meu quarto. Acho que ele percebeu que eu não estava lá. Pude perceber pelo vulto que ele também estava pelado. Passou em direção à cozinha. Voltou e deu uma olhada na sala tentando ver no escuro e me chama. Ta aí, cara? Respondi logo: Tô, sim, cara e tô tocando punheta. Ele riu e disse que também estava e acendeu a luz. Ambos pelados, na sala, de pau duro, tocando levemente uma. Falei. Apaga essa porra! Me levantei e fui em direção a ele, acelerando a punheta e fazendo barulhos com a minha respiração ofegante.
Parei a punheta e peguei na pica dele, apertando-a e punhetando-a levemente. Fui me abaixando e me ajoelhando e caí de boca. Comecei a mamar aquele caralho, bater com ele na minha cara, cheirar, apalpar, engolir tudo. Me levantei e o puxei pela pica e disse: Vem comigo, vem. Fomos para a cama de casal. Joguei ele na cama. Ele abriu bem as pernas e eu caí de boca na piroca dele. Consegui me virar e deixei meu cu na cara dele. Felipe começou a linguar meu cu enquanto eu me acabava na piroca dele, num 69.
O tesão estava intenso demais. Me deitei ao lado dele na cama e pedi para que ele ficasse sobre mim. Ele mordia meu pescoço e passava a piroca no meu cu, me sarrando. Eu estava delirando pra caralho sentindo aquele macho sobre mim. Ele me pediu camisinha para me comer. Me levantei, peguei minha mochila e procurei. Enquanto eu estava agachado procurando, ele ficou de pé ao meu lado, batendo com sua piroca na minha cara, puxando meu cabelo – de leve – e dizendo que ia me arrombar, que tava louco pra meter no meu cu. Por sorte eu tinha camisinha e gel. Enquanto mamava a pica de Felipe, fui passando gel no meu cu e alargando. Depois Fiquei de pé e me virei para ele. Felipe foi enfiando aquele caralho do tipo destronca cu, pois a cabeça era menor e o talo, um braço. Enfiou a metade, pois fui controlando com a mão. Pedi para deixar meu cu se acostumar. Comecei a rebolar e a empurrar a bunda pra trás. Tirei, passei mais gel e Felipe entrou com vontade. Caralho que delícia sentir aquele macho dentro de mim.
Ele foi me levando para a cama, andando comigo no quarto com a pica no meu rabo. Fiquei de quatro e fui me abaixando até deitarmos. Felipe começou a bombar no meu cu com vontade. Depois eu fiquei de quatro e ele me comeu gostoso assim. Fez aquela posição em que o ativo come o passivo de quatro, mas ele fica quase em pé só metendo vara com vontade. Depois me botou de ladinho e meteu pica no meu cu. Eu estava sentindo um prazer enorme com aquele macho dentro de mim. Ele disse que ia gozar. Eu fiquei sem graça de pedir para ele segurar mais um pouco. Ele gozou urrando de tesão. Tombamos na cama.
Felipe foi até o banheiro se limpar e voltou. Ficou do meu lado conversando. Falamos bastante putaria e vi que o pau dele já começava a dar sinal de vida. Cai de boca mamando. Logo ele estava durinho na minha boca. Ele pediu outra camisinha. Passei mais gel no meu cu e ele foi me penetrando novamente. Eu estava deitado na cama e ele por cima bombando. Fiz um frango assado com ele. Felipe ousava chupar meus peitos. Eu acariciava sua cabeça, envolvia minhas pernas em suas costas. Ele segurou minhas pernas, me abrindo e metendo vara ainda no frango assado. Que delicia ver aquele macho com fome de mim. Pedi para sentar nele. Obediente, Felipe se deitou e segurou a vara para eu encaixar. Comecei a cavalgar naquele caralho, com o Felipe segurando minhas mãos e eu num frenético sobe e desce naquele piru. Fazia questão de sentar com vontade, enfiando o talo rabo a dentro. Rebolava, subia e deixava a cabecinha dentro do cu e me largava rola a baixo suspirando de tesão. Ele me jogou de costa na cama e sem tirar o caralho de dentro de mim, voltou a me comer frango.
Pus um travesseiro sob minha bunda, para ficar numa melhor posição e relaxei. Só levando pirocada no cu. Comecei a me punhetar. Senti que meu macho gozaria novamente. Pedi para tentarmos gozar juntos. Felipe desacelerou e eu acelerei a bronha. Avisei que tava vindo o gozo. Felipe voltou a estocar forte cu a dentro. Urrei jorrando porra no meu peito, em seguida Felipe deu uma estocada forte e urrou de prazer novamente. Que delicia! Caralho! Dizia Felipe.
Nos lavamos e dormimos juntos aquela noite, peladinhos. No dia seguinte, foi tudo normal e não falamos sobre a transa. À noite, estávamos na cama juntos, bem comportados até, falando do final das nossas férias, pois já voltaríamos em dois dias.
Naquela noite, fudemos de novo, só que dessa vez achei menos intenso. Antes de sairmos para a rodoviária. Me despedi dele com um abraço e dei uma mamada na piroca dele.

"Hoje nos vemos pouco e não mais voltamos pra cama. Quem sabe qualquer dia desses?!"